Em tempos de dificuldade financeira, o primeiro setor da vida a ser descartado é o lazer. Mas, programando-se com antecedência, é possível realizar aquela desejada viagem sem problemas.
Quer mais um incentivo? Lembre-se que viajar é também investir em conhecimento cultural, permite uma nova experiência de vida e ainda abre portas para amizades. Então veja as dicas abaixo e arrume as malas:
1 – Antecedência: Evite viajar em meses como dezembro, janeiro, junho e julho, que são períodos de alta temporada e os valores ficam mais salgados. Lembre-se também que o quanto antes você comprar as passagens, mais em conta elas sairão para o seu bolso (mas assegure-se primeiro de não ter compromissos para a data agendada, pois o cancelamento gera multa).
Planeje também como irá se deslocar. Em viagens para locais próximos, às vezes a diferença de preço da passagem compensa trocar o avião pelo ônibus, caso sejam muitos dias de folga.
2 – Carona amiga: Nunca deixe o carro no estacionamento do aeroporto, pois contar com este facilitador costuma sair muito caro. Se não puder bancar um táxi, peça para algum familiar ou amigo te levar. E não esqueça: é educado pagar a gasolina da pessoa que aceitar lhe fazer este favor, afinal, a economia deve valer para todos.
3 – Arrumando a nécessaire: Para viagens internacionais, leve uma nécessaire com todos os produtos básicos para higiene pessoal. Eles costumam ser muito mais caros fora do Brasil. É claro que muita coisa pode ser oferecida pelo hotel, mas dependendo de onde você se hospedar artigos como shampoo e escovas de dentes podem ser considerados de luxo. Isso também evita que você perca tempo procurando farmácias e supermercados da cidade.
4 – Alternativa para hospedagem: Se você acha os valores de hotéis muito caros, prefira se hospedar em hostels, um tipo de albergue frequentado principalmente por jovens dispostos a dividir o quarto com desconhecidos. É opcional ficar hospedado em quartos para duas, três ou até 15 pessoas, a depender de quanto estiver disposto a pagar (quanto mais pessoas, mais barato).
5 – Faça o habitual: Evite ao máximo transparecer que você é turista, pois isso poderá atrair a atenção de pessoas mal intencionadas. Caminhar pelas ruas com um mapa aberto, máquina fotográfica no pescoço e a carteira cheia de dinheiro não é seguro em parte alguma do mundo.
6 – Planeje sua rota: Tente conferir o melhor caminho pela internet ou pergunte aos funcionários do local em que tiver hospedado. Deixar uma corrida nas mãos de um taxista provavelmente lhe custará mais caro. Arrisque-se também a usar o transporte público, em algumas capitais internacionais eles funcionam 24h por dia e oferecem bastante conforto. Além dos ônibus, metrôs e trens, andar a pé ou alugar uma bicicleta pode ser um programa bem saudável e divertido.
7 – Atente-se aos cardápios: Alguns lugares costumam ter preços diferentes para residentes e turistas. Em Buenos Aires, por exemplo, a cerveja Quilmes pode custar 15 pesos para um argentino e 30 pesos para um turista. É bom ficar sempre atento.
8 – Roupa suja: Para economizar durante a viagem, evite as lavanderias. Se o local visitado for mais quente, leve uma boa variedade de blusa leves, compre um sabão e lave-as no próprio banheiro.
9 – Moedinhas: Só troque dinheiro em casas de câmbio, não é seguro confiar em pessoas que anunciam este tipo de serviço nas ruas da cidade. Evite também usar apenas notas de valores altos, prefira sempre ter dinheiro trocado no bolso. É bom também ficar sempre atento com o troco que receber e informar o valor da nota antes de entregá-la nas mãos de alguém, isso evitará que tentem tirar proveito da situação ou apliquem golpes.
10 – Refeições: Se possível, procure algum mercado próximo ao local onde se hospedou para comprar os alimentos de refeições mais leves, como café da manhã e janta. Calcule: geralmente fica mais econômico do que frequentar sempre os restaurantes e lanchonetes.
Com informações do blog do Guidu